Ex-deputado fica furioso ao saber que seu apelido é 'Todo Feio'



Além de negar qualquer tipo de corrupção, o ex-deputado Inaldo Leitão não concorda com o codinome dado a ele.




Ex-deputado Inaldo Leitão é chamado de "Todo Feio" e se irrita


O ex-deputado, Inaldo Leitão, foi citado na delação do ex-executivo Cláudio Melo Filho. Ele disse que o parlamentar recebeu dinheiro irregular da empresa Odebrecht. Leitão não gostou do que Cláudio falou e disse que isso era uma tremenda mentira. Nas redes sociais, o ex-deputado ainda se mostrou surpreso por colocarem o codinome de "Todo Feio" para ele. "Todo Feio eu?", disse Leitão.

O ex-deputado falou que Filho era um "canalha" e que se ele tivesse oportunidade de colocar um codinome para o delator, seria "Todo Horroroso" ou "Mentiroso".

De acordo com as declarações de Filho, Leitão recebeu R$ 100 mil em propina e além disso, sempre era beneficiado com contribuições financeiras da #Odebrecht, em troca de apoio ao desejos da empresa dentro do Congresso. Filho disse que sempre teve uma amizade muito próxima com o ex-deputado e em 2010, Leitão o procurou para que ele pudesse ajudá-lo com recursos para a campanha eleitoral.

Indignado, o ex-deputado Leitão, falou que não tinha quase contato com Filho e que nunca precisou de nenhum dinheiro ou recurso da Odebrecht. "Também nunca atuei no Congresso em prol dos interesses da empresa", disse Leitão.


Relacionamento

 

 

O ex-executivo da Odebrecht, Cláudio Filho, comentou em sua delação que mantinha relacionamento com 54 parlamentares do Congresso, com destaque para PT, PSDB e PMDB. Nesta lista tem 25 deputados e 10 senadores, que estão exercendo o mandato.

Filho disse que a lista poderia ser muito maior, porém, tem muitos deputados que se aproximavam dele, mas ele negava ajuda. E todos os procedimentos que aconteciam eram aprovados pelo presidente da empresa Marcelo Odebrecht. "Eu selecionava quais parlamentares eu gostaria de manter contato", ressaltou o ex-executivo.



Michel Temer

 

 

De acordo com as informações de Filho, ele negociava com dois grupos do PMDB. O grupo ligado à Câmara era chefiado pelo presidente do Brasil, Michel Temer. Segundo Filho, Temer era bem discreto e as operações financeiras eram feitas por Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil e pelo secretário-executivo, Moreira Franco. #Corrupção #Michel Temer
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